
Quando choverem todas as chuvas,
quando o sol acordar
sendo o sonho do horizonte,
quando a cor florir antes
da florescida flor,
quando o verde entender-se terra,
quando a terra revelar todos os cristais,
quando rios e mares
unificarem-se mesclados,
quando os barcos voltarem
desfazendo a solidão dos cais,
quando os ventos gritarem
vendavais pelos ares,
quando as preces forem asas
voando apressadas
abraçando o céu,
quando a vida levantar o véu,
...me chamem...
para que eu escolha entre milhares,
o sonho que é meu,
o meu sólido sonho,
meu solitário solidário eu...
...serei um eu confesso,
estarei plenamente
de regresso...!
Um comentário:
Lindíssimo, como todos os demais que escreves. Estou feliz por ter entre os sites amigos do meu sementes, um tão lindo como esse, que vai encantar os leitores, como eu. Um beijo,Chica
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