sábado, 21 de março de 2009

O cantar do vento...



Remansos tranquilos e azuis
que fitam o céu por vontade
espelham quereres infindos
que voam em liberdade...
São asas que buscam bem sei,
nas ternas tardes de outono,
a esperança voada no sonho
e o cumprir-se da Grande Lei...
Essa Lei que maneja a existência,
que a alma transcreve no vôo,
que ensina em cada revoar
a essência dizer: eu perdôo...
Perdoados estão todos vós,
que ouviram o cantar do vento,
que abriram asas em ascenso
sendo alma em movimento...

imagem: google

2 comentários:

Chica disse...

Maravilhoso, como sempre! A tua inspiração não sossega nunca, ainda bem! um beijo,chica

Isabel José António disse...

Querida Terezinha,

Acabo de ver que deixou um comentário muito gentil e profundo no meu/nosso Observatório e descubro que estamos a sentir e escrever nos mesmos planos... E, se for ler o post que o José António deixou no Caminho do Coração, verá que ele fala da Lei e então está fechado o círculo de simbologias que os três estamos a abordar AGORA!

Um xi coração e parabéns por este poema tão inspirado!

Isabel